Surgido em novembro do último ano, o vírus Conficker está instalado em milhões de computadores do mundo inteiro. Criado para invadir sistemas através de uma falha do Windows, a praga até agora ainda não fez grandes estragos, ele foi projetado para transformar um computador em escravo que responde a comandos de um servidor remoto, o qual controla um “exército” de computadores escravos, conhecido como uma “botnet”.
A partir desta quarta, porém, há um grande temor por um revertério nesta situação, já que é exatamente neste dia 1º de abril que está marcada uma mudança nas configurações do Conficker.
Quem está em dia com todas as atualizações disponibilizadas pela Microsoft e com o antivírus atualizado não tem o que temer, já que a maioria das empresas de segurança já disponibilizaram vacinas para barrar esta ameaça e o malware só oferece perigo aos computadores desatualizados”.
Coisas mais importantes para saber sobre o Conficker:
- O Conficker também é espalhado através de redes de compartilhamento, incluindo aqueles que têm senhas fracas; no qual usa uma lista de senhas comuns (tipo “senha”, “password”, asdf”, etc) para ganhar acesso ao compartilhamento. Seguido a esse conselho, é bom que você utilize uma senha complexa e não-óbvia. Especialmente aquelas que utilizem tanto numerais quanto letras e especialmente as que incluem pontuação.
- O Conficker pode também se espalhar ao se colocar em drives removíveis como pendrives. Quando ele faz isso, ele aciona o Autorun para que os dispositivos rodem por si só. Então, se você insere um drive contaminado, você poderá, ao menos, observar um menu de inicialização de dispositivos do Windows oferecendo o Conficker entre suas opções. Algumas vezes, ele se desfarça como uma opção de abrir o Windows Explorer.
- O Conficker pode interferir com a habilidade do Windows e de programas antimalware de se auto-atualizarem. Assegure-se que eles estejam fazendo isso ao checar quando foi a data/hora da última atualização do seu software de segurança ao checar o Windows Update de forma manual. Não deixe atualizações críticas desinstaladas.
FONTES:
http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/reuters/2009/04/01/ult3949u5645.jhtm


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